Sabe aquelas horas que você está
na efervescência cultural, quer simplesmente estar em uma roda de conversa com
amigos para discutir temas atuais, antigos e ouvir a opinião de cada pessoa
sobre cada tema, é uma gratificante troca de idéias, jogar conversa fora, nem
sentir as horas passarem. Isso senti ao participar do VII SEVA Seminário de
Educação do Vale do Arinos. Em um ambiente cultural multifacetado se encontram
gente de todas as etnias, é uma mistura de cores, essências, com apresentações
culturais, roda de debates, palestras, comunicações orais, exposições de arte,
um autoconhecimento, um ambiente rico de aprendizagens. Como gosto disso dessa
dinamicidade, de estar em contato com o novo para ajudar a descontruir, ou
reconstruir o velho olhar. Porque cultura é arte, traz envolvimento, pluralismo
de idéias que se fundem expressões que se completam, vidas que se entrelaçam
vivências que se fundem. Porque o ambiente universitário remete conhecimento,
são essas intervenções culturais, esses eventos que unem as pessoas, que
transformam realidades, que deixam a vontade de sempre aprender, e aprendendo
ensinar, e ensinando repensar todo o dia o ato de aprender e reaprender como um exercício necessário ao nosso desenvolvimento como seres humanos críticos e
dinâmicos.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
Publicidade ou Jornalismo eis a Questão?
Gosto das duas áreas tanto da
publicidade, como do jornalismo. E confesso que estou em dúvida entre as duas
áreas. Devido ao meu fascínio pela área de comunicação fica difícil definir
uma área de atuação. Estou com a cabeça dando um nó. kkk (risos).Oh, dúvida
Cruel?! Se eu for dar valor à remuneração com certeza a melhor opção será a
publicidade, hoje um publicitário ganha mais que o jornalista. Mas tem o lado
investigativo do jornalismo, poder escrever textos opinativos mais longos,
reportagens, trabalhar em redação de revistas ou jornais. Em contra ponto tem o
lado criativo da publicidade, criar idéias, valorizar um produto, criar textos
curtos com grande poder de persuasão. Dúvidas, o que fazer? São áreas
correlatas, mas cada uma com sua singularidade. Acho interessante a
versatilidade do jornalismo e a inovadora imaginação da publicidade. Vejo-me
atuando nas duas áreas sem pestanejar, porém acho extremamente difícil escolher
entre as duas possibilidades, uma só opção.
Depois de pesquisar bastante encontrei
na UNB (Universidade de Brasília) a possibilidade de fazer uma dupla
habilitação. E isso me fez brilhar os olhos! Afinal, essa descoberta foi o
máximo. Porque fazer uma faculdade que me permita cursar duas habilitações ao
mesmo tempo, sem ter que optar por uma área por vez é excelente. O que me
chamou atenção também na UNB é sua grade curricular multidisciplinar em que o
jornalista, o profissional da comunicação passa por todos os ramos da
comunicação, desde a produção audiovisual, fotografia, webmeios, publicidade,
jornalismo. E nessa grade curricular cada área se intercomunica e só no 3º
semestre o aluno precisa decidir a qual área de comunicação vai seguir. Mas
algo motivador é que além dessa grade multidisciplinar o aluno da UNB também
pode tentar a dupla habilitação.
Existem tantas boas faculdades
de comunicação no Brasil, essa é uma das melhores que pude conferir. Tenho
pensado muito no que fazer agora que terminei o curso de Pedagogia que foi
muito importante pra mim, deu-me maturidade para saber o que quero o que me faz
feliz. Tudo o que aprendi durante o curso pude aperfeiçoar a escrita, pensar
criticamente. Não desmereço em nada minha formação como pedagoga.
Esse é o momento em que buscarei
realizar os meus sonhos de criança, fazer o que me faz vibrar em cada minuto
que é escrever. Para isso encarei uma nova graduação. Finalmente, me encontrei!
Sei que isso é o que eu quero fazer pelo resto da minha vida.Possuo uma mente
criativa na qual surgem muitas ideias a cada momento. Fascina-me a possibilidade
de poder trabalhar em um lugar sem rotina definida, onde o novo, o inusitado, o
inesperado possa estar presentes todos os dias.
Na vida nada é por acaso,
pensando em cursar publicidade ou jornalismo. Recordo-me de um fato que
aconteceu comigo, no começo do ano passado, quando ia viajar com minha
mãe do estado do Paraná para São Paulo. Conheci na rodoviária de Umuarama, uma
moça que também ia viajar conosco no mesmo ônibus.
Enquanto, aguardávamos o momento de entrarmos no ônibus comecei a conversar com ela. Eu e minha mãe fizemos amizade com ela, simpática ela falou de tudo um pouco da vida dela, disse que é filha de pais separados e sempre passa as férias em São Paulo ou no Paraná, para ficar com os pais que residem em lugares diferentes. Mora com a mãe em Limeira-SP, e o pai dela mora em outra cidade de Paraná. Mostrou-se muito inteligente durante a nossa conversa, tem boa dicção, desenvoltura nas palavras, bastante comunicativa. Conversa vai, conversa vem, falamos sobre: família, trabalho, relacionamento. Ai, ela perguntou-me que faculdade eu fazia? Respondi: Pedagogia, naquela época ainda entusiasmada com o curso falei animadamente sobre as aulas. Mas ainda não percebia que a nostalgia e o desânimo tomariam conta de mim futuramente.
Enquanto, aguardávamos o momento de entrarmos no ônibus comecei a conversar com ela. Eu e minha mãe fizemos amizade com ela, simpática ela falou de tudo um pouco da vida dela, disse que é filha de pais separados e sempre passa as férias em São Paulo ou no Paraná, para ficar com os pais que residem em lugares diferentes. Mora com a mãe em Limeira-SP, e o pai dela mora em outra cidade de Paraná. Mostrou-se muito inteligente durante a nossa conversa, tem boa dicção, desenvoltura nas palavras, bastante comunicativa. Conversa vai, conversa vem, falamos sobre: família, trabalho, relacionamento. Ai, ela perguntou-me que faculdade eu fazia? Respondi: Pedagogia, naquela época ainda entusiasmada com o curso falei animadamente sobre as aulas. Mas ainda não percebia que a nostalgia e o desânimo tomariam conta de mim futuramente.
Admirei o entusiasmo daquela
moça ao falar do curso dela que é publicidade, falou da dinamicidade das aulas,
do envolvimento dos trabalhos em grupo, disse que conheceu o namorado dela na
mesma graduação. Até aquele momento não tinha muitas informações sobre o curso
de publicidade, já tinha pesquisado pouco sobre o assunto. Sem perceber fiquei
bem curiosa para saber mais sobre esse curso até então, pouco conhecido por
mim. Nós falamos por horas até o ônibus chegar. E quando enfim, o ônibus chegou
a moça sentou-se numa poltrona longe das que nos sentamos eu e minha mãe.
A viagem começou e logo anoiteceu
de vez em quando eu olhava para frente para ver se via minha nova colega, da
qual o nome não recordo, mas das palavras e da fisionomia dela jamais me
esquecerei. Será que era um anjo que veio pra me revelar o que Deus quer de
mim? Bom, não sei só sei que suas palavras foram impactantes em minha vida. A
viagem continuou e só a vi novamente ao amanhecer quando chegamos a Limeira-SP,
onde ela mora. Ela desceu e o ônibus seguiu viagem passando por outras cidades
do interior paulista, até chegarmos à rodoviária de Campinas-SP, onde meu tio e
minha tia nos aguardavam para irmos de carro até Jundiaí-Sp e de lá irmos para
Várzea-Paulista-Sp onde residem.
O tio Toninho, é o irmão da
minha mãe, ele, a esposa Cida e a neta Luana foram nos recepcionar na
rodoviária de Campinas-SP. Passamos dias ótimos na casa do Tio Toninho em
Várzea Paulista. Foi uma viagem inesquecível, conheci muitos lugares, vi
parentes que só conhecia por fotos e outros que nem sabia da existência, fiz
amigos. Essa viagem marcou a
minha vida e fez-me pensar em tantas coisas que quero realizar, lugares que
quero conhecer. E me fez ter uma noção do quanto meu mundo era limitado.
Como sempre morei nessa cidade do interior mato-grossense, pouco viajei para
outros estados, minha visão de mundo era um pouco vaga, sempre li muito,
pesquisa na internet, mas a teoria não é igual a realidade. Conhecer outros
contextos não era algo frequente. Então, causou-me um choque, uma admiração.
Essa viagem deu-me vontade de ampliar meus horizontes, mas jamais vou
esquecer-me das minhas raízes do lugar onde cresci, onde me criei.
Agora, graduada em Pedagogia
Título que não foi fácil conseguir foram anos de estudo, muita luta, realização
que jamais vou desmerecer. Mas o velho sonho de viver da escrita voltou a se
acender no meu coração. Percebi, então que ter conhecido aquela moça em um
ônibus na viagem do Paraná a São Paulo, em janeiro de 2011. Foi uma visão do
meu futuro. Isso é intrigante! Mas agora, faz sentido. Pois, conhecer e
conversar com aquela moça foi à preparação para o momento que eu estou vivendo
agora em minha vida.
Bom, depois dessa confissão
sobre essa fato inusitado em minha trajetória. Vamos voltar ao assunto da minha
dúvida entre fazer jornalismo ou publicidade? A verdade é que se eu pudesse
faria as duas graduações ao mesmo tempo, para economizar anos de estudo. Mas se
não der para fazer uma dupla habilitação, terei de optar por só uma dessas
áreas de atuação o que é algo dificílimo.
Observei e analisei as grades
curriculares de Jornalismo e Publicidade de várias faculdades públicas e
particulares. Entre elas as matrizes da USP, UNESP, UNB, PUC-SP,CASPES-LIBERO,ESPM,UFG,UFMG,UFRJ.
Pretendo encarar o vestibular da FUVEST que é concorridíssimo, mas vou
preparar-me com muito estudo e dedicação para conseguir passar em uma faculdade
de ensino excelente. Se não der certo passar na pública vou tentar o
financiamento do FIES. O que importa é conseguir o que almejo.
Sinceramente, o que não queria
se pudesse evitar, é que indecisão me perseguisse tanto. Seria tão bom se
falasse é isso o que eu quero fazer e pronto! Mas já que ainda existem dúvidas
vou pesquisar, um pouco mais e pensar na melhor das opções. Entretanto, o
que sei é que vou buscar algo que me permita atuar com comunicação escrita seja
na publicidade, no jornalismo, ou em outra área de comunicação social.
Depois dessa experiência de ter
conhecido uma pessoa que me fez repensar o que fazer da vida, prestarei mais
atenção aos detalhes e as pistas que nos são dados sem ao menos percebermos. Ás
vezes, uma conversa, um olhar, um encontro pode mudar o rumo de nossas vidas.
Roupa Uma Forma de Expressão e Comunicação
A roupa que vestimos muito mais do
que uma peça usada para cobrir o nosso corpo, é uma forma de expressão e
comunicação. O que vestimos reflete o que estamos sentindo, revela o nosso
comportamento e mostra vislumbres do nosso interior. Por isso, hoje em dia existe
muitos consultores de moda e personals stylists, pessoas que estudam técnicas
de como a pessoa se vestir de acordo com sua personalidade e seu biótipo
físico.
A moda sempre teve muita
repercussão todos querem saber o que se veste em várias partes do mundo, a moda
dita querendo ou não valores e conceitos de uma época. Em cada cultura há um
tipo de vestimenta algumas coloridas, compridas, outras exóticas, ousadas, tem
as roupas moderninhas e os modelos antigos clássicos, existem vários estilos
elegantes, sóbrios, marcantes. Enfim, a roupa é uma marca registrada de quem a
veste. Ás vezes, pensamos que tanto faz nos vestirmos como todo mundo está se
vestindo, pois a moda é ser igual. Mas, ai reside um perigo. Sua roupa deve ser
única, porque significa sua essência aquilo que você quer passar para as
pessoas. Portanto, o que você veste deve ser uma expressão do seu eu interior.
Não sejamos como clones uns dos
outros, a roupa que uma pessoa usa nem sempre fica bem em outra. É preciso criar
um estilo próprio e singular de se vestir. Faça com que sua roupa seja seu cartão de
visita, uma extensão do que você sente, do que você é e da sua personalidade.
A roupa que você veste precisa demonstrar atitude, ser
divertida, alegre e revelar você. Se olharmos através da história veremos o
quanto as roupas foram importantes em vários momentos históricos da humanidade.
O que seria de Charles Chaplin sem seu terninho, o chapéu e sua bengala? O humor não seria o mesmo,com certeza. Vejamos cada fato da história e analisemos o que as
roupas representaram em cada momento.
A nossa roupa reflete nosso estado de
espírito, nosso humor. Muitas vezes queremos chegar a um determinado lugar, e passarmos despercebidos; mas vestimos uma
roupa que chama muita atenção, ou outras vezes nos vestimos de uma maneira que
passa para os outros justamente aquilo que não queremos ser. Então, precisamos
pensar no que vestimos como uma parte essencial daquilo que realmente somos.
Então, vestiremos aquilo que nos enaltece não aquilo que nos diminui.
A moda como qualquer outra forma de
expressão denota liberdade, isso significa que podemos escolher o que vamos
vestir, cada um deve saber o que lhe cai bem, e o outro não pode ditar o que
acredita arbitrariamente. Por isso, vestir-se não é só cobrir-se com um pano
qualquer, é passar uma mensagem do que quero e do que eu sou. Pense na moda como
parte importante na história de um povo.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Geração Ultra Conectada á Internet
Os jovens dessa geração na sua grande maioria são
imediatistas querem tudo na hora exata em que solicitam. As coisas tem que
acontecer na velocidade máxima. Essa é a geração do produto pronto para ser
consumido. Isso tudo é reflexo do uso constante de todos os tipos de tecnologia
que vão desde ipod, celular, internet, vídeo game, televisão, etc. São muitas
as horas que as crianças e adolescentes passam em frente ao computador na
internet em jogos virtuais, blogs, msn, orkut, facebook, e em outros tipos de
entretenimento virtual. Não que a internet seja nociva se for bem usada traz
benefícios e muito conhecimento, mas o tempo gasto deve ser calculado para não
oferecer danos a nossa saúde.
As
leituras feitas pela internet não são iguais as dos livros, pois são leituras
rápidas, milhares de links que são acessados rapidamente. Quase não há tempo para
reflexão, tudo é absorvido sem distinção. E isso é muito perigoso! Outro fato
preocupante que existe na atualidade é o aumento do sedentarismo ocasionado
pela falta da prática de atividades físicas, onde crianças, jovens,
adolescentes e adultos, por vezes não praticam nenhuma atividade física por
causa do tempo em que ficam conectados a internet. Isso se torna um vício que
consome as horas que são utilizadas apenas para manter essa conexão
desenfreada.
É
preciso tempo pra tudo, para sair, para namorar, para estudar e para navegar na
internet. Porém, quando as nossas energias estão sendo canalizadas só para uma
determinada atividade virtual que se torna repetitiva e alienante á
medida em que não temos uma análise sobre os efeitos colaterais de tal ação.
Essa nossa atitude pode nos prejudicar em nossa vida social, afetiva, e
profissional.
Esse
fato acima citado é mais agravante em zonas urbanas, onde muitas vezes a
tecnologia em especial a internet é a única fonte de diversão de crianças e
adolescentes. Acompanhei uma bate papo sobre esse tema da geração ultra
conectada á internet, no programa NBLOGS da Record News. Nesse programa estava
presente o professor Waldemar, que é um professor de física da USP aposentado.
Esse professor já escreveu vários artigos sobre o uso da internet. Também
participava do bate papo a jornalista e blogueira do portal de notícias R7, Rosana
Hermann. A jornalista e apresentadora Fabiana Panachão era quem conduzia o bate
papo.
A
conversa entre os convidados estava bem interessante, no programa além dos
comentários dos convidados. Foi mostrada uma reportagem, aonde foram divulgadas
várias imagens de crianças e adolescentes do interior e da zona urbana de
SP. A reportagem tinha como foco evidenciar o uso da internet e das tecnologias
nesses diferentes lugares. As imagens mostraram diferentes tipos de
comportamento nas crianças e adolescentes ali retratadas, enquanto na capital a
internet e as tecnologias estão presentes quase vinte e quatro horas na vida
das pessoas, que dizem não poderem mais viver sem elas. No interior o quadro é
diferente, apesar de terem acesso a internet e as diversas tecnologias, as
crianças e adolescentes, tem mais contato humano, muitos vão de bicicleta para
a escola, praticam algum tipo de esporte, brincam de brincadeiras que já
parecem terem sido esquecidas pelos jovens da capital.
Foi
feita a reportagem em escolas, onde foi visto que no recreio as crianças e
adolescentes de cada lugar evidenciavam atitudes completamente opostas,
na capital a quadra de esportes no intervalo estava repleta de adolescentes com
seus celulares, ipods, notebooks, trocando mensagens, completamente imersos no
mundo virtual, no interior na hora do recreio havia rodas de conversa ao ar
livre, na quadra jogavam futebol, em sala conversavam sobre algum interesse em
comum. E quando perguntados qual era a relação deles com a internet e
tecnologias diziam que utilizam mais para fazer pesquisas escolares, enquanto
na capital os jovens utilizam a internet e tecnologia pra tudo e gastam horas,
dormindo tarde em frente do computador. Fica claro nas imagens que existe muito
contraste entre essas duas realidades.
Depois
da exibição dessa reportagem os convidados puderam comentar sobre as suas
impressões sobre o assunto. No programa NBlogs em vários momentos foi falado
sobre o livro: O que a internet está fazendo com os nossos cérebros, este livro
tem como autor Steve Jobs, mas foi traduzido em português por outro autor. O
livro segundo o professor de Física, aposentado da Usp, Waldemar fala
sobre o domínio que a internet exerce sobre as pessoas, nas palavras dele o
vício pode ser maior do que se imagina. E as consequencias dessa exposição
exagerada á internet podem trazer malefícios para o nosso cérebro como:
dificuldade de concentração, raciocínio lento e perda de memória, ''
morte da vida social'', entre outros fatores degenerativos.
O
livro de Steve Jobs, segundo o relato do professor Waldemar dá dicas de
como utilizar a internet com sabedoria, em leituras que exigem atenção evitar
distrações como evitar clicar em todos os links de referencias que aparecem ao
longo da leitura, ler primeiro todo o texto e só depois abrir os links de
sugestões sobre o tema lido, e fazer pausas para descansar a mente.
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Espaço destinado as minhas idéias, expressões, um pouco de mim, do que acredito do que sou como pessoa. Denise Wurzler




Fernando Pessoa


Um ato faz de tudo nada, uma palavra faz do nada tudo....Denise Wurzler
O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que tem medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.
Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.
Charles Chaplin
