Viver pode ser uma
linda viagem que começa no dia em que nascemos e nos leva a grandes e
importantes descobertas, aventuras e constatações. O guia dessa viagem é o
tempo, o motorista o envolvimento, os passageiros são as pessoas que conhecemos
ou iremos conhecer e eu e você podemos ser os turistas que mudam de estação em
cada parada, ou os nativos que seguem na mesma poltrona, sentados na mesma
posição, pouco mudando de rumo e seguindo uma mesma rota a viagem toda.
As paisagens que
vemos pela janela do ônibus, do carro, do avião, mudam velozmente, os rostos,
as árvores os prédios em determinando momento vão sumindo e outras figuras vêm
surgindo, o novo vai se expandindo novos rostos, novas casas, novas cidades vão
aparecendo e do restante que deixamos pra trás só restam às lembranças.
Precisamos viver a
vida sem roteiro, não necessitamos esquematizar cada passo, nem fazer muito
planejamento. A vida precisa ser motivo de felicidade. Devemos falar frases
espontâneas, palavras que ás vezes, parece sem sentido, jogar conversa fora,
viajar no diálogo e desbravar terras distantes.
Viver pode ser uma
viagem quando sem sairmos do lugar podemos ir para outras civilizações ao
lermos um livro, ao assistirmos um filme. Viver pode ser uma viagem quando
conhecemos outros lugares e aprendemos com eles.
Admito que existam
momentos que precisam ser pensados e repensados, mas nada deve ser feito de
forma arquitetada ou artificial, planejamento muitas vezes é preciso, mas não
de maneira forçada e entediante.
Viver é uma viagem de
conhecimento, de emoções, um constante aprender e reaprender, criar,
recriar, amar, desvendar...




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