Quero escrever com paixão
e que isso transcenda o texto. Quero fazer com que o leitor vibre com cada
palavra, anseie por cada frase do meu texto, vislumbre em tons fortes as cenas
retratadas durante a leitura. Quero nos meus textos usar a linguagem poética, o
tom aventureiro, em que a descoberta de cada detalhe da história, do poema, do
artigo de opinião faça com que o leitor tenha uma surpresa inesperada em cada
parágrafo e a entrega almejada em cada capítulo.
Nos meus textos cada
imagem imaginária, ou real precisa ser descrita com riqueza de detalhes, para
que você leitor se sinta como se fizesse parte da história, ou queira visitar
aquele local pelo qual o escritor (a) fala com exatidão de detalhes, e você
sinta como se palavras te transportem ao local em que se encontrava o
escritor no momento em que escrevia o texto. A leitura deve te fazer querer
viver aquela emoção ali demonstrada ou fazer de sua realidade essa
felicidade algo possível. O que é preciso para que um texto seja
apreciado com emoção? É preciso que o texto seja convincente, envolvente, cheio
de pequenos pormenores que o tornem ''doce'' de ser degustado, que as palavras
façam com que o leitor anseie por virar as próximas páginas para conhecer o
conteúdo, e enfim depois de viver as aventuras dos personagens, suas vitórias,
derrotas, alegrias, tristezas, sua dor, seu amor, depois disso o leitor chegue
ao desfecho final da história com entusiasmo, tirando bons sentimentos e
valores inestimáveis daquela obra literária.
Um texto pode ser
persuasivo, demonstrativo, descritivo, narrativo, dissertativo, poético,
entediante, envolvente, melancólico, argumentativo, nostálgico, cativante,
intrigante... Enfim, existem várias formas de escrever um texto. Ah, um texto
pode ser a essência de quem os escreve!
Alguns lugares são
ambientes inspiradores locais aonde a paisagem oferece imagens que podem
ser traduzidas em textos, poemas, contos, crônicas... Enfim esses lugares são
lindos recantos em que a imaginação ganha asas e as palavras fluem com
eficiência.
"Quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê."
Monteiro Lobato (1882-1948)
Escritor Paulista (Extraído do livro Dicas da Dad, De Dad Squarisi).




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